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O homenageado e a esposa
recebendo a placa entre
Gláucia Araújo e Pedro Ávila;
corpo clínico do hospital e
convidados; com Cecília
Araújo e os médicos Nida
Kassis Cassiano e Nahul
Pereira
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Curso de culinária pretende implementar o turismo no município
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O Sebrae, em parceria com municípios da região, está promovendo um curso de culinária que irá eleger o prato e o coquetel típico da
região, que ainda não possui estes quesitos. São 11 municípios envolvidos nesse projeto, distribuídos nos pólos de Rancharia,
Teodoro Sampaio e Presidente Epitácio, onde estão sendo realizadas as aulas.
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O curso tem "o objetivo de implementar o turismo na cidade", conforme declarou Gláudia Figueiredo Igarashi Braga, Diretora de
Desenvolvimento Econômico do município. O turismo é uma das metas do município e é visto como fonte geradora de emprego e
renda. A diretora explica que "o curso visa profissionalizar a população, para que não seja necessária a contratação de pessoas de
fora do município para atender as nossas necessidades culinárias". No dia 7 de agosto os organizadores realizarão um festival
destinado a eleger o prato e o coquetel típico da região. As aulas são realizadas todas as terças-feiras e a única despesa é com o
material para as aulas. Vagas, só para uma segunda turma, e para isso as inscrições devem ser feitas na Secretaria Municipal do
Planejamento, na Prefeitura do município. (Colaborou: Laira Oliveira)
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Notas de um real vão sair de circulação
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Lançada em 1994, a nota de um real deve virar objeto de colecionador. Isso porque o Banco Central quer aos poucos substituir as notas por
moedas do mesmo valor. O objetivo é reduzir os custos com a produção das notas, que têm vida média de pouco mais de um ano, enquanto
que a durabilidade da moeda é de 30 anos. Atualmente existem 500 milhões de notas de um real, e 480 milhões de moedas do mesmo
valor.
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Brasil registra queda na desnutrição infantil
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É o que mostra o estudo sobre altura e nutrição de crianças e adolescentes, divulgado pelo IBGE. Entre 1974 e 1975, pelo menos 16 em
cada 100 crianças menores de cinco anos estavam desnutridas no País. De 2002 para 2003, houve redução no índice e cerca de quatro em
cada 100 pessoas dessa faixa etária sofriam do problema. A melhora foi verificada principalmente nas populações de baixa renda do Norte
e Nordeste. O levantamento do IBGE também revela que os jovens brasileiros estão mais altos e em algumas regiões chegam a superar os
dados internacionais. A desigualdade sócio-econômica continua sendo um fator determinante na questão da nutrição e altura. Nas famílias
de menor renda, 22 em cada 100 meninos têm baixa estatura, enquanto nos lares mais ricos, 28 em cada 100 garotos sofrem com excesso
de peso.
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