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Voltamos a falar sobre esporte neste espaço - a exemplo da edição anterior - até porque essa atividade se
destacou no último mês com diversas disputas. Além da futebolística que naturalmente tem maior
expressão, outras modalidades também são exploradas no município, merecendo destaque também o judô e
o ciclismo; se possuíssem melhor estrutura sem dúvida difundiriam o nome da cidade pelos quatro cantos do
estado. Os eventos realizados vêm mostrando que o esporte pode ser um bom investimento tanto econômico
como social, pois sua prática dá orientação segura aos jovens para sua formação. Se não funcionasse, uma
das escolinhas de futebol não ultrapassaria uma década de atividades. Pena que só atendam jovens até os
16 anos, e se moldou algum valor que tenha se projetado na carreira futebolística, não se sabe. Cabe
perguntar: Por que o jovem futebolista, que tem atividades nas carreiras de base, é desamparado após os 16
anos? A resposta talvez seja porque o município ainda espera a criação de uma política esportiva, com pasta
e verba própria. Há anos defendemos o desmembramento em secretaria municipal e a criação específica de
pasta ou de autarquia; a prática mostra que a criação de uma autarquia poderia ser mais positiva. É
confortante ver que fazemos escola e que essa idéia tem agregado novos simpatizantes e defensores. Talvez
com isso efetivado, deixaremos de ver jovens que não têm como continuar suas atividades esportivas por
questões de idade, abandonarem a bebida e o ócio como vem ocorrendo.
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