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A iniciativa em discutir aspectos do trânsito de motos e bicicletas é uma primeira ação no sentido da Prefeitura assumir de fato a
responsabilidade sobre o trânsito no município, mostrando que vem tomando as medidas necessárias para exercer o efetivo
controle desse setor, que deverá render divisas para a administração com a aplicação de multas aos condutores infratores da
legislação de trânsito. A agilidade e velocidade das motos é a maior aliada para sujeitar seus condutores, pedestres e outros
motoristas ao risco de acidentes, muitos com gravidade como se tem registrado, e um dos motivos da reunião aqui noticiada seria
principalmente o estabelecimento de critérios que levem ao cumprimento da lei para se tentar a diminuição acidentes e estabelecer
um estado de segurança a pedestres e condutores. Não se pode, entretanto, estigmatizar os motociclistas achando que todos
tenham o mesmo comportamento; há diferenças entre motoqueiros e motociclistas, e nem todos devem ser colocados no mesmo
saco. Por outro lado, as autoridades que tomaram essa primeira iniciativa, tem o compromisso e a responsabilidade de, numa
segunda etapa, tentar resolver da mesma forma os problemas com condutores de automóveis. Também entre eles existem os
transgressores que devem ser inicialmente orientados, se assim acharem possível, embora uma vertente das autoridades entende,
não sem razão, que "a melhor prevenção é a punição". Existem, nesse grupo de condutores, os que dirigem falando ao celular e os
que violam o limite de velocidade - colocando outros motoristas e pedestres em risco; as regras para o insufilme também não são
fiscalizadas, assim como o volume do som de certos automóveis passam do limite da lei e do bom senso (sem falar na qualidade
do estilo e do equipamento, na maioria das vezes sofríveis), causando a perturbação pública. Isso posto, como serão feitas as
fiscalizações? Os policiais estarão nas ruas? Se o estado continuar diminuindo o contingente militar na cidade, corremos o risco
de continuar à própria sorte.
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