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Parece que está virando moda. Outro atropelamento de idoso na mesma avenida e mais uma vez a fuga do motociclista sem prestar
socorro à vítima. É mais uma mostra de que a fiscalização e o controle de velocidade são necessários em trechos onde o trânsito de
alguns veículos é muito mais rápido do que o permitido, até para a prevenção de novos acidentes. E até quando veremos notícias de
morte de pacientes por falta de atendimento? Confirmando-se a denúncia de que a jovem que perdeu a vida no hospital por falta de
vagas em UTI, o Estado deveria ser penalizado, o que não trará a vida da jovem à família, mas pode ser mais um tímido passo para
garantir o direito à saúde, sistematicamente negado em sua plenitude quando se trata do atendimento às camadas mais simples da
população. Basta ver as constantes denúncias de crise no atendimento médico-hospitalar que vêm a público através da imprensa,
para ver confirmado esse fato. A justiça investiga o caso da jovem, familiares esperam uma explicação, mas 'à boca pequena', o que
se comenta é que este seria mais um caso que não vai dar em nada. Entre tantas notícias, a possibilidade de o hospital local iniciar
obras que ampliariam o atendimento não deixa de ser um bom sinal. Assim como é uma boa notícia o fato das mulheres do
município terem, a partir de agora com a instalação de delegacia específica, um porto onde ancorarem suas queixas, sem o risco do
constrangimento de exporem as agressões de que são vítimas. Tendo onde denunciá-las e com a possibilidade de serem
efetivamente investigadas, levando a punição de seus autores, a violência contra a mulher, que como hábito pouco saem dos círculos
familiares e da vizinhança, pode ter seus índices reduzidos. Só não dá para entender por que a delegacia demorou mais de 10 anos
para ser instalada.
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