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PM prende dois com 3,12 Kg de maconha
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A Polícia Militar apreendeu 3,120 Kg de maconha após perseguição a três suspeitos nas imediações da "Lagoa do
Ciambelli", próximo ao Conjunto Residencial Ruy Charles. Foi uma das maiores apreensões realizadas na cidade. A ação
policial ocorreu durante patrulhamento preventivo por volta das 15h50 do dia 28, quando militares da ROCAM, cabo
Osvaldo e soldado Henrique, avistaram os suspeitos nas proximidades da lagoa. Ao notarem a presença dos policiais os
três elementos fugiram, mas foram perseguidos pelos militares da ROCAM (Rondas Ostensivas com Apoio de
Motocicletas), que entraram com seus veículos na mata. Eles solicitaram apoio ao tático móvel I-8232 com os soldados
Douglas e Gilson, que atuaram na perseguição e prisão dos elementos. Foram presos N.S.S., morador da rua João
Slobodticov, no Jardim América, que estava em cima de uma árvore, e A.G.S., residente na rua Ademir Alves, no Ruy
Charles, escondido ao lado de um tronco de árvore. O terceiro suspeito, provável dono da droga, conseguiu fugir. Nas
imediações onde foram feitas as detenções, os policiais encontraram uma faca e vasto material utilizado para embalagem
de droga dentro de uma mochila camuflada. Como havia resquício de entorpecentes os policiais passaram a revirar a terra
e encontraram dois tijolos de maconha, um com 2,155 Kg e um outro, já cortado, com 965 gr, perfazendo um total de 3,120
Kg. N. e A. foram levados à delegacia para prestarem depoimentos. Eles teriam alegado não serem os responsáveis pela
droga, e que haviam sido contratados para embalar a maconha em pequenos pacotes para serem vendidos. A polícia deve
intensificar investigações para chegar ao responsável pela droga. Um dos detidos, N., é o autor da morte de um funileiro há
alguns anos; ele feriu uma outra pessoa na mesma ocasião do crime. Eles foram liberados.
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Policiais da ROCAM recuperam objetos roubados
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Relógios, molinetes, aparelho de som, televisor portátil, baterias recuperados por policiais da ROCAM (Rondas
Ostensivas com Apoio de Motocicletas) no sábado dia 18. Os objetos teriam sido furtados de barracas da praça
Elpídio Marchiani, na Baixada. Os policiais detiveram os menores R.O.S. e M.A.R., e Robson Alessandro dos Santos,
29 anos. R. e M. alegaram que foram aliciados por Robson a participar do furto. Ele foi preso quando se preparava
para deixar a cidade; suas malas estavam guardadas em um bar no centro da cidade. Robson disse à polícia que é
tatuador e que mora na rua Coronel Galdino, na Vila Martins. Todos foram levados à delegacia; os menores foram
entregues à família e Robson ficou à disposição da justiça.
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ROCAM: várias diligências, apreensão de crack prisão de condenado
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Entre as várias ações da ROCAM, uma delas resultou na prisão de Moisés Martins Barbosa no dia 12, por volta das 22h20. Ele foi abordado em sua
moto Honda com placas de Botucatu e tentou fugir dos policiais. Perseguido, foi abordado no cruzamento das ruas Washington Luis e Príncipe Antonio,
onde mora na Vila Nova. Em seu bolso os policiais encontraram cinco trouxinhas com crack. Moisés foi levado à Delegacia, autuado em flagrante por
tráfico e recolhido à Cadeia Pública de Caiuá.
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Máfia das casinhas tem 32 indiciados
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A 'Operação Pomar', investigação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil que desembocou na prisão de 17 pessoas
acusadas de participarem de esquema de fraudes na licitação e construção de casas populares na região, deve indiciar cerca
de 32 suspeitos.
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O prefeito de Rancharia, Alberto César, foi citado pelo prefeito de Iepê, Faiad Zakir, em reprodução de escuta telefônica entre
Faiad e outro suspeito. Dias depois Faiad se retratou afirmando que Alberto César nada tinha com o esquema e que a alusão
de seu nome não passava de uma brincadeira. Obras do Conjunto Rancharia 'J' na cidade estão sob investigação; a Câmara
Municipal criou uma CPI para apurar possíveis irregularidades na construção das casas.
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O esquema de fraude funcionaria há anos e já teria desviado cerca de R$ 160 milhões. Francisco Emílio de Oliveira, conhecido
como 'Chico' ou 'Chiquinho da CDHU' é apontado como um dos mentores do esquema. Ele e a esposa são proprietários da FT
Construção, empresa responsável pela construção de várias obras. Ele teria criado várias empresas de fachada para se
beneficiar do esquema. Chico continua preso.
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O Ministério Público Estadual pediu à Justiça a abertura de inquérito para apurar a possível participação de três membros da
CDHU. Seriam eles Antonio Carlos Trevisani, Silvio Vasconcelos e Arnaldo Negri. Eles teriam sido citados em depoimentos de
Climério de Toledo Pereira, ex-coordenador de obras da CDHU em Presidente Prudente, detido na operação.
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Foram presos acusados por formação de quadrilha empresários, advogados e funcionários públicos, entre eles o ex-prefeito de
Pirapózinho Sérgio Pinaffi, o vereador de Presidente Epitácio Roni Von Andrade e Francisco Emílio de Oliveira. De acordo com
as investigações, o esquema ocorria há cerca de sete anos e teria movimentado em torno de R$ 160 milhões.
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O prefeito de Iepê não foi preso, mas divulgação de escuta telefônica no último dia 27 pelo jornal Oeste Notícias complicou sua
situação. Na conversa ele e Chiquinho falam de entrega irregular de material de construção, em obra habitacional e na casa da
Secretária da Educação do Município. As obras das casas populares em Rancharia estão paralisadas.
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Polícia Civil prende quarteto por tráfico de drogas
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04/05 - Operação da Polícia Civil de Rancharia prendeu em flagrante na quinta-feira dia três, Evanildo de Oliveira Dias, o Dinho, de 29 anos, e Rodrigo
Afonso Ribeiro, o Rambo, 21 anos. Em poder da dupla a polícia encontrou 159 gramas de crack e cerca de 20 gramas de cocaína. Com eles também
foram presas Mariani Isabel Paulucci, 41 anos, e Sandra Aparecida Fagionato, 40 anos.
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Rambo e Dinho vinham sendo monitorados há algum tempo pela polícia sob a suspeita de tráfico de drogas. Com informações de que eles iriam a Assis
comprar droga naquela noite, a equipe de policiais, coordenada pelo delegado Arlindo Ribeiro Salles, armou a operação que resultou na prisão dos
suspeitos. O veículo que trazia o quarteto, um Jeep Daihatsu Feroza, placas CIS 7900 de Americana (SP), conduzido por Mariani, foi abordado por volta
das 22h30 na Rua Amparo. O grupo tentou escapar do cerco. Empreendeu-se então uma breve perseguição, durante a qual os policiais tiveram que
efetuar disparos contra os pneus do veículo, até serem interceptados e presos. Nas buscas, os policiais encontraram a droga no carro.
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Os dois traficantes foram encaminhados para a Cadeia Pública de Pirapózinho, e Mariani e Sandra para a Cadeia Pública Feminina de Santo Anastácio,
indiciados por tráfico de drogas. O veículo foi apreendido pela polícia.
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Álibis
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A operação que levou à prisão dos traficantes tomou contornos finais quando a polícia obteve informações de que os dois suspeitos sairiam por volta
das 18 horas de Rancharia com destino a Assis, onde comprariam a droga. Sem suspeitar de que estava sendo monitorado, o quarteto passou a ser
seguido por um veículo da polícia desde um determinado ponto da rodovia que liga as duas cidades.
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Após a prisão, os quatro acusados deram depoimentos tentando se desvincular da acusação. As duas mulheres afirmaram morar em Americana.
Sandra, que se identificou como gerente administrativa, alegou que veio para Rancharia visitar familiares e ficou hospedada em um hotel, onde
reencontrou com os outros dois acusados. Disse que teria ido a Assis convidada por eles para ir a um pagode. Mariana, que alegou ser música e
empresária, disse que foi a Assis pelo mesmo motivo. "Sou música, queria ver o grupo e ver se dava para firmar contrato com eles", teria dito à polícia.
Disseram desconhecer que havia drogas no carro. Uma deles teria residência em Iepê.
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Como não houve o show de pagode em Assis, o quarteto teria passado na Rodoviária da cidade onde compraram bebida antes de voltar para Rancharia.
Os dois acusados teriam declarado à polícia que são viciados, e que compraram a droga, por R$ 800,00, de um motorista em um posto de combustível em
Paraguaçu Paulista.
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Escândalo das casinhas da CDHU
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O prefeito Alberto César falou ao jornal Atual sobre o "escândalo das casinhas" no dia em que o Ministério Público
indiciava vários dos envolvidos. Nessa altura, o prefeito de Iepê, Faiad Zakir já havia se retratado e seu nome não
voltou a ser citado, mas ele reclama da insistência da TV Fronteira em tentar associar a sua imagem ao escândalo.
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O prefeito de Rancharia voltou a afirmar que não tem envolvimento com o esquema criminoso e que não há
irregularidade nas construções de casas populares na cidade. "Se você for ver sobrou dinheiro de todos os
recursos que tivemos até hoje, e usamos o saldo para comprar material e empregamos nos próprios conjuntos.
Isso prova a lisura da administração", disse ele. Veja a entrevista.
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"O maior prejuízo é o moral"
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ATUAL - Hoje, que avaliação você faz do envolvimento do seu nome nesse caso?
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Alberto César - A avaliação que eu faço é a que eu sempre disse. Quem conhece o prefeito de Iepê sabe das brincadeiras de
mau gosto que ele faz. O meu nome não está sendo citado em nada e mesmo assim o município está sendo investigado. Eu
mesmo quero que seja, tanto que mandei ofício à Câmara pedindo para que se montasse uma CPI pra investigar. O próprio
Ministério Público está investigando há tempo e a gente sempre forneceu os documentos, sempre em sigilo de justiça. Então eu
estou bem tranqüilo, não devo nada e vou comprovar que realmente não tenho nenhum envolvimento com isso.
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ATUAL - Como ficam as casas em construção?
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Alberto César - Vamos acatar as decisões do Ministério Público e da CDHU. Minha preocupação é em relação àquelas pessoas
que querem as casas, que estão trabalhando, estão motivadas. Se você for lá você vai ver que são de boa qualidade. Montei uma
equipe para fiscalizar a construção das casas, a Débora, o Zulmiro, o Américo (do Departamento de Engenharia), o Molina... Tem
empresa contratada pela CDHU, e ela própria, que estão lá para fiscalizar. Tem material que veio e a gente devolveu porque não
estava nos padrões exigidos. Não só nesse conjunto como em outros também.
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ATUAL - Você teve contato com as pessoas citadas na investigação?
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Alberto César - Eu conheci o dono da construtora, o Chico, o Carlos Eduardo, advogado dele. São as duas únicas pessoas que
eu conheço. Conheço outras pessoas que estão envolvidas, mas não por ter contato. O vereador eu conheço porque a gente
sempre se encontra por aí, o ex-prefeito a gente conhece, agora negócios a gente nunca teve.
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ATUAL - Você foi muito prejudicado com todo esse problema?
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Alberto César - Eu acho que o maior prejuízo é o moral. É o desgaste da imagem política, é o desgaste da família. A própria
família começa a viver momentos difíceis e a gente não sabe onde vai parar. E mais maciçamente a televisão batendo. Porque?
Estão batendo e não existe fato concreto, não estão acrescentando nada. Agora, que tem muita gente envolvida tem.
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ATUAL - Com a declaração do Faiad e o transcorrer das investigações você acha que a sua situação melhora?
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Alberto César - Tende a se acomodar com o passar do tempo não surgindo nada novo. Só que eu vou tomar as providências
cabíveis. Meus advogados estão estudando inclusive a lei de imprensa pra ver se a televisão poderia estar citando tanto o meu
nome assim. Eu fui citado pelo Faiad numa brincadeira. Eu não fui grampeado. Eu não estava conversando com o dono da
empresa. Como ele citou outros prefeitos da região que eu não vou citar o nome porque é amigo meu e é uma pessoa idônea
também, que passou despercebido.
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MÁFIA DAS CASINHAS: Câmara cria CPI para investigar
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Na sessão ordinária de segunda-feira dia 21, os vereadores da Câmara Municipal de Rancharia aprovaram a abertura de uma
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar possíveis irregularidades nos procedimentos adotados para a construção
de moradias populares através da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU). Em conversa com a Assessoria
de Imprensa o presidente da Câmara, Pedro de Lima Pinto, afirmou que "a nossa função como vereadores é fiscalizar os atos da
Administração Municipal e investigar possíveis irregularidades. A constituição desta CPI vai atender ao povo ranchariense que
aguarda providências, bem como ao próprio prefeito Alberto César Centeio de Araújo,que enviou ofício solicitando a formação de
uma Comissão. Portanto, pretendemos realizar um trabalho amplo e de forma transparente, para que a população acompanhe o
que está sendo feito a respeito do assunto." A CPI está constituída pelos vereadores Paulo Edison Valim, Eliana Tóffoli Batista e
Pedro Raimundo Ávila. Paulo Edison preside a Comissão. (Assessoria de Imprensa-Câmara)
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QUEM RASGOU O DOCUMENTO DA CÂMARA?
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José Neves, presidente da CEI, acha que houve "prevaricação"
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O trabalho da Comissão Especial de Inquérito para apurar as responsabilidades pela destruição de documento da Câmara
Municipal está chegando ao fim, provavelmente sem a garantia de que as investigações possam levar o relator da CEI a indicar um
ou mais responsáveis pelo crime. "Pelo que vi nos depoimentos, na minha maneira de entender o que houve foi prevaricação",
disse ao jornal Atual o vereador José Neves, presidente da CEI. "As denúncias não estão na Casa. O presidente na legislatura é o
responsável pela que ocorre na Casa", disse.
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O documento em questão trata-se da denúncia do ex-servidor municipal André Santos "Bicudo" contra setores da
administração municipal, protocolada na Câmara ano passado. Ele retirou a denúncia, foi demitido e chegou a ficar alguns meses
preso. Mas o documento protocolado por ele teria sido rasgado e substituído por outro.
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As investigações realizadas até o momento levariam à conclusão de que um funcionário teria entregado o documento original
a um vereador na sala de reuniões, onde haveria mais vereadores e outras duas pessoas. Um vereador chegou a ser citado pelo
denunciante nos depoimentos.
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Neves disse que já encaminhou documentos produzidos pela comissão ao delegado de polícia. O inquérito está em
andamento e algumas pessoas já foram intimadas e ouvidas na Delegacia. Ele afirmou que após a conclusão dos trabalhos da
CEI, caso não concorde com o relatório final poderá elaborar o seu relatório.
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"Se amanhã acabar em pizza, não será pelo meu trabalho como presidente. Meu trabalho foi feito do jeito que tinha que ser
feito, obedecendo as normas do Regimento Interno e da Lei Orgânica", afirmou Neves, que se comprometeu a liberar os
documentos da CEI para a imprensa caso não haja impedimentos regimentais.
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Instalação de usina na cidade deve ser anunciada em junho
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Um grupo de empresários que aglomera 19 usinas e emprega cerca de 360 mil funcionários, esteve recentemente em Rancharia e
mantiveram contatos com um proprietário rural com o objetivo de adquirir uma área para a instalação de uma usina de cana nas
proximidades do Entroncamento. A informação foi dada ao jornal Atual pelo prefeito Alberto César, com quem os empresários
estiveram reunidos. No início de junho as negociações podem ser concluídas. Se confirmado, o projeto deve começar a operar em
cerca de dois anos. Está prevista uma área de 30 alqueires para a estrutura da indústria e 50 alqueires para viabilizar um vivero de
mudas. O prefeito Alberto César vê com muita expectativa as negociações, pois poderá trazer centenas de empregos para o
município, além do aumento de arrecadação, elementos que contribuiriam para o desenvolvimento do município.
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Inaugurada na Baixada a Casa do Artesão
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Débora Zanardo Araújo, Alberto César, Ney Dias e Rose Cavalheiro, no descerramento da placa; o público durante a cerimônia de
inauguração; as artistas plásticas Sueli Cocito, com Lilian e Neide Paloni;
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O mês de maio marcou o início das atividades da Casa do Artesão, com direito a solene inauguração onde não faltaram a Banda Municipal e a presença do
prefeito e seu vice, vereadores, artesãos e convidados.
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A Casa do Artesão funciona no shopping da Baixada e fica aberto das 10 da manhã às 20 horas; aos sábados, abre até o meio-dia. No local estão exibidos e
à venda variados tipos de artesanato. Segundo Ney Dias, presidente da Casa, "eventualmente abriremos em dias e horários alternativos", como feriados que
trazem grande número de visitantes à cidade.
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Cerca de 60 artesãos estão reunidos na Casa do Artesão, cujo funcionamento é regido pelo seu estatuto. "Rancharia tem muito mais artesãos. Nosso
objetivo é ampliar esse número e passar a fazer oficinas para desenvolver as potencialidades de cada um", afirma Ney Dias. No local é possível encontrar
uma variedade de produtos, tais como telas, bordados, artigos de tricô, crochê, peças em madeira ou utilidades domésticas entre muitas outras. São
alternativas produzidas artesanalmente para decorar e presentear, com preços bastante acessíveis.
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Empreender viabiliza curso de maquiagem
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Um curso de maquiagem para a especialização e profissionais dessa
área foi oferecido pela Natura e ministrado pela
professora Maria Helena Costa (foto), em sala oferecida
pelo Colégio Alpha. Realizado dia 14 de maio, o curso
contou com 25 pessoas, e foi organizado pelo Projeto
Empreender. O projeto é uma parceria entre a
Associação Comercial, Sebrae, FACESP e a Prefeitura do
município, e conforme a coordenadora Daniela Carrer,
visa a organização e capacitação de empresários para
seu estímulo e estruturação para sua permanência no
mercado.
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